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Warner Bros. Studio Tour: Harry Potter

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    Uma das partes mais legais da viagem à Londres e que eu acho importante compartilhar com vocês, caso vocês decidam ir pra Londres e não saibam da existência disso, foi o Warner Bros. Studio Tour: The Making of Harry Potter!

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Salão Principal de Hogwarts e uniformes das casas (Sonserina).

   

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Mesa dos professores no Salão Principal e alguns figurinos (pontuação das casas ao fundo).

   

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Salão Principal de Hogwarts.

   
    Prestem atenção: não é um parque! Esse tá lá na Disney, sinto muito. Mas é tão legal quanto! É basicamente um tour por dentro do filme, tem vários figurinos, cenários, objetos usados, vídeos explicativos de como algumas cenas foram filmadas, uma seção fantáaastica sobre os efeitos especiais e criaturas e um modelo enorme e incrível de Hogwarts.

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1 – Traje de gala do Rony; 2 – Trajes de gala da Hermione, Krum, Harry e Cho Chang; 3 – Uniformes de quadribol.

   

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Decoração do Baile de Inverno.

   

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1 – Perucas dos Malfoy; 2 – Figurino da Luna; 3 – Uniforme da Beauxbatons; 4 – Níveis de desgaste das roupas do Harry.

   
    Se você curte Harry Potter (e de preferência viu os filmes, né) ou curte cinema em geral, com certeza vai adorar! Coloquei muitas e muitas fotos nesse post pra mostrar pra vocês um pouco de cada coisa que tem por lá. Deve levar umas duas horas, em média, pra ver tudo e pode fotografar à vontade!

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Cama do Rony no dormitório da Grifinória.

   

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1 – Taça e Ovo Dourando do Torneio Tribruxo; 2 – Diário de Tom Riddle, presa do basilisco e medalhão de Salazar Slytherin (taça de Helga Hufflepuff ao fundo); 3 – Capa da invisibilidade com seu forro de tela verde; 4 – Lembrol, pomo de ouro, vira-tempo e desiluminador; 5 – Diadema de Ravenclaw.

   

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Sala comunal da Grifinória e figurinos da Hermione, Harry e Rony.

   
   Chegar lá é super fácil, pelo menos de trem, que foi o que fizemos. É só pegar um trem pra “Watford Junction”, que sai da estação Euston de tantos em tantos minutos, então não tem dor de cabeça. A viagem é curtinha, não dá meia hora. Chegando lá, tem um ônibus do próprio estúdio que te leva da estação até o tour e sai de 15 em 15 minutos, mais ou menos. No site deles tem tudo isso explicado e também como chegar por outros meios, o link está no final do post.

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1 – Carro voador; 2 – Pelúcia do Perebas faltando um dedinho (!!!); 3, 4 e 5 – Modelo de Dobby absurdamente perfeito.

   

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A Toca com o relógio sensacional da Sra. Weasley e figurinos da Gina, Fred e George.

   

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1 – Figurinos “do mal”; 2 – Suco de abóbora e feijõezinhos de todos os sabores; 3 – Figurino da Umbridge; 4 – Draco, Hermione e George de cera.

   

Rua dos Alfeneiros, n° 4.

Rua dos Alfeneiros, n° 4.

   
    A parte importante aqui é sobre os ingressos. Você precisa comprar pela internet, não são vendidos ingressos lá na hora. Além disso, comprem com antecedência, principalmente se for alta temporada ou final de semana. Os ingressos tem dia e horário marcados e esgotam mesmo, nós deixamos mais pra última hora e quase não conseguimos ir. Depois não digam que eu não avisei…

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1 – Sala de aula de Poções com Prof. Snape no cantinho; 2 – Professor Slughorn; 3 – Vassoura do Olho-Tonto Moody; 4 – Moto do Hagrid.

   

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O beco diagonal com Gemialidades Weasley ao fundo.

   

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1 – Trabalhos incríveis de design de embalagens, livros, revistas, anúncios, jornais, etc. Destaque para a revista “O Pasquim” e para o Mapa do Maroto; 2 – Carta de Hogwarts do Harry; 3 – Cerveja amanteigada; 4 – Nôitibus Andante.

   
    O ingresso individual para adultos custa 30 libras. O preço é bem salgado, mas se você gosta de Harry Potter vale muito a pena. Além disso, o preço é salgado em quase todas as coisas em Londres… A lojinha no final do passeio também é sensacional, mas pesa bastante no bolso. Nós compramos feijõezinhos de todos os sabores, que renderam muitas risadas. Eu mesma só comprei um vira-tempo de chaveiro pra minha coleção e uma varinha do Sirius Black que foi bem cara (que vergonha, gente), mas não pude resistir. Tem varinhas de todos os personagens pra vender, réplicas das que aparecem nos filmes e tem umas muito legais! Comprei a do Sirius pq foi a que calhou de combinar varinha bonita + personagem que eu gosto. Preparem-se pra sofrer na lojinha, viu…

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Modelo gigantesco de Hogwarts, escala 1:24.

   

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1 – Voldie; 2 – Dragão Rabo-Córneo Húngaro; 3 – Fawkes; 4 – Duendes de Gringotes; 5 – Bicuço; 6 – Mandrágora.

   

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Varinha do Sirius Black que eu comprei. “Fragile collectible wand. Not a toy.” (yeah, right).

   
    Para mais informações sobre o passeio (ou pra comprar os ingressos), é só visitar o site oficial: http://www.wbstudiotour.co.uk/

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Museu TAM


    O Museu TAM é um museu da TAM. Sério. Ok, sem babaquice, mas como vocês devem imaginar, tem a ver com aviões. É um museu dedicado à aviação que conta com diversas aeronaves reais (a maioria em plenas condições de vôo) e suas respectivas descrições, um montão de miniaturas, história da aviação, modelos de aeronaves que já foram importantes pra história e também uniformes incríveis (só que ao contrário) de aeromoças de toda parte do mundo. Além disso, conta a historia da TAM, afinal o museu é deles.

Notem o dirigível pequenininho que ficava girando em torno da Torre Eiffel, a coisa mais léeenda!


    Assim que entramos, vemos uma parte mais histórica, recheada de miniaturas para ilustrar. Logo depois entramos numa salinha escura (ui!), infelizmente desprovida de cadeiras (a preguiçosa) e assistimos um filminho sobre a história da TAM, que na verdade foi bem interessante. Por exemplo, vocês sabiam que TAM vem de “Táxi Aéreo Marília”? Eu não sabia.


    Logo depois que o videozinho termina, a porta abre e damos de cara com um galpão enoooorme e cheio de aviões! Segundo o site deles, são mais de 90 aeronaves. Lá também ficam as roupas das aeromoças, alguns motores e peças à parte e muitas, muitas miniaturas. Ah, tem uns joguinhos de simulação também, parecidos com aqueles de Playland, mas tem que pagar, o que é meio absurdo, e tem um avião da TAM pequeno que dá pra entrar, mas isso só vai ser legal se você nunca andou de avião.

Uniforme de 1968 de uma companhia aérea dos Estados Unidos (pois é, nada a ver); uniforme atual de companhia aérea de Singapura; louças utilizadas a bordo em 1950 (igualzinho hoje em dia, só que não).


    Mas e a infra-estrutura? Bom, eu achei tudo bem legal! O lugar parece super novo, tudo bonitinho, limpinho e bem cuidado. Os banheiros são enormes, tem lojinha de souvenir com coisas bem legais, apesar de ser tudo caro, e tem onde comer, apesar de ser tudo caro [2] e nada gostoso (como era de se esperar).


    A não ser que você vá ler tudinho, checando os dados de cada avião minuciosamente, não é um passeio muito longo e nem cansativo. Mas, pra ser super sincera, acho que a visita só vale a pena em duas circunstâncias: a primeira é se você mora em São Carlos ou arredores ou vai passar lá por perto; a segunda é se você gosta muito de aeronaves ou aviação em geral. Se você se encaixa em qualquer uma das duas, vale a pena ir sim! Mas, se você mora longe, não é exatamente um passeio que vale uma viagem, principalmente porque São Carlos não tem mais nada de muito interessante pra se visitar.

Foto com efeito tilt-shift!


Off topic: Eu descobri que minha câmera fotográfica forja o efeito tilt-shift, por isso algumas fotos estão com esse aspecto de miniatura (ou tentativa de, já que são fotos de aviões, hahaha).


Curiosidade do dia: Sabe aquelas pás que ficam girando em cima do helicóptero? Sabe né? As hélices? Nope, aí é que você se engana. Na verdade elas não são chamadas de hélices, mas sim de asas. Pois é. Mas nesse caso são chamadas de asas rotativas, diferentes das asas fixas com as quais estamos acostumados (de avião, por exemplo). Agora, se você me perguntar o que é hélice então, ou qual a diferença, aí já não sei, vai conversar com o Google!


    O museu fica em São Carlos, aberto de quarta a domingo, das 10h às 16h e a entrada custa R$25 a inteira. Pra quem quiser entrar no site, é só clicar aqui.

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Um Violinista no Telhado


Do que você tá falando?

    Tô falando do musical “Um Violinista no Telhado”, que está atualmente no Teatro Alfa, com o José Mayer como protagonista, tá sabendo? Não? Agora tá!
    O musical tem como inspiração principal o conto “Tevye and his Daughters” de Sholom Aleichem (1859-1916), um dos principais e mais populares representantes do humor judaico. Na realidade, existe um filme de 1971 baseado no musical da Broadway, que é baseado no texto de Sholom Aleichem. Essa é nossa versão tupiniquim do espetáculo da Broadway.
    A peça tem um pano de fundo histórico e toca nas tradições judaicas numa época de mudança, mas o esquema todo é meio Jane Austen em Orgulho e Preconceito, sabe? Uma mãe mal humorada que quer arranjar casamento com homem rico pras suas mil (cinco) filhas e um pai que acaba deixando elas fazerem o que quiserem apesar de parecer conservador.
    Eu gostei bastante, é super divertido, engraçado e triste ao mesmo tempo, mas achei bem longo, tem 2h e 35min, e isso deixa um pouco cansativo, mas tem um intervalinho no meio. Como todo musical, tem músicas muito legais e algumas que só parecem gente falando cantado sem nem rimar nada, mas gostei da grande maioria. Todo mundo que tava comigo elogiou a atuação do José Mayer, mas em algumas partes eu não conseguia entender o que ele falava (aconteceu o mesmo com o Paulo José no filme “O Palhaço”). O cenário não é dos mais elaborados, mas é uma graça, com o céu e as casinhas ao fundo!


Mas eu nem sei do que se trata!

    A história se passa na aldeia judaica de Anatevka, na Rússia, onde o pobre leiteiro Tevye tenta resolver seus conflitos familiares enquanto enfrenta as consequências das diretrizes anti-semitas do Czar. Segundo o site: “Era a época dos conhecidos Pogroms, ataques em massa com clara finalidade de expulsão de judeus do território russo.”
    Tevye é pai de cinco filhas, Tzeitel, Hodel, Chava, Shprintze e Bielke (boa sorte em saber de quem estão falando no começo da peça), sendo que cada vez que uma de suas três filhas mais velhas se apaixona, mais Tevye vê sua família se afastar das antigas tradições judaicas, umas das coisas mais importantes que os mantém unidos em tempos de mudança. Segundo o site oficial:

    “Um violinista no telhado”: uma fábula sobre as mudanças
    “O conflito entre a tradição e a mudança serviu de eixo temático para alguns dos principais clássicos da literatura e do cinema. No teatro, “Um violinista no telhado” é a obra que melhor traduz a disputa silenciosa entre os costumes e a sua própria quebra. Tevye é um judeu pobre, leiteiro na pequena cidade russa de Anatevka, onde a vida em tempos de pré-revolução é tão instável como o poleiro de um violinista no telhado. “Talvez perguntem como é que mantemos o equilíbrio? Isso posso vos dizer numa palavra: Tradição”, anuncia Tevye em seu monólogo de abertura, denunciando então a tese que fundamenta toda história: são as tradições que servem de sustento ao povo judaico. Os tempos de mudança (personificados não só pelo contexto pré-revolucionário, mas também pela decisão dos mais jovens de não seguirem certos preceitos) vão por em xeque, porém, até onde esses costumes conseguem chegar sem serem destruídos.“


Eu deveria assistir?

    É muito interessante saber um pouco mais sobre a história e as tradições do povo judeu e como já sofriam bem antes do nazismo aparecer. Além disso é uma peça bem divertida e agradável, vale a pena.
 
 
    Tem gente que não gosta de musicais e tem gente que não muita tem paciência pra teatro. Se você for desses não vá mesmo, ainda mais considerando que é um pouquinho cansativo.

 
 
    Pra quem ficou interessado e quer saber sobre como comprar os ingressos e tudo mais, entre aqui no site oficial.
    O espetáculo vai até 15 de julho e os horários são: quinta, 21h; sexta, 21h30; sábado, 17h e 21h; domingo, 17h. O preço dos ingressos varia de R$40 a R$200 a inteira.

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Exposição Guerra e Paz de Portinari


Do que você tá falando? Do que se trata?

    Pra quem não sabe, “Guerra e Paz” são os nomes de dois painéis pintados por Cândido Portinari entre 1952 e 1956. Eles foram encomendados pelo governo brasileiro para presentear a sede da ONU, em Nova York. Localizados em um lugar de difícil acesso, no hall de entrada da Assembléia Geral, nunca puderam ser expostos no Brasil (a não ser no ano em que foram terminados).
    Acontece que entre 2010 e 2013, o edifício sede da ONU estará passando por uma grande reforma e esta se mostrou uma oportunidade única de trazer os últimos e maiores painéis do pintor brasileiro de volta a sua terra natal, para serem expostos ao público. O resultado disso pode ser visto no Memorial da América Latina por um curto período de tempo e eu fui lá conferir, já que meu quadro favorito é dele! E me deu um orgulhinho de ser brasileira.
    Fui visitar a exposição num final de semana, o que não é a melhor opção, pois tinham filas gigantescas. Apesar de as filas não terem tomado tanto tempo assim, tive sorte de o dia estar nublado, já que é tudo aberto. Estavam deixando as pessoas entrarem em grupos e, portanto, o tempo para apreciar a obra era contado no relógio. Não sei se em dias de semana é assim também.

"Guerra" e "Paz" e as pessoas pequenininhas perto deles.


    De qualquer maneira, foi realmente impressionante quando entrei no prédio em que estão os painés. Eles são monumentais! Muito, muito maiores do que eu esperava. Tirando isso, há também em outro prédio uma exposição dos estudos feitos por Portinari antes da criação efetiva das pinturas. Achei que não seria interessante, mas me enganei, sorte que não me deixei intimidar pela fila.
    Legal também é que no final da parte da exposição com os estudos tem alguns depoimentos de pessoas de renome sobre Portinari e sua obra e eu fico imaginando como deve ser incrível ter seu trabalho reconhecido assim. Principalmente quando muitos só tiveram o talento reconhecido depois da morte.

Detalhes da "Guerra".


    A exposição é gratuita e fica até dia 21 de abril na Fundação Memorial da América Latina (se bem que ouvi uma das moças que trabalhava lá dizendo que vão estender até a primeira semana de maio, mas não tem nada confirmado no site), de terça a domingo, das 9h às 18h. Pra quem não sabe chegar, é grudado na estação Barra Funda do metrô. Quem quiser, pode olhar no site da exposição e do Memorial.

Memorial da América Latina.


Eu deveria ir?

SIM – Eu sou um pouco suspeita pra falar, já que gosto bastante do Portinari e de obras de arte em geral, então por mim todo mundo deveria ir, sim! Uma oportunidade única de ver uma das maiores obras de um dos mais importantes artistas desse país. Mas…

NÃO – …se você não gosta de exposições de arte, não se emociona, não vê a menor graça, fica entediado, certamente não vai até a Barra Funda ver dois painéis, né? E se você se enquadra no meu apelo aí embaixo, por favor, fica em casa vendo televisão.

Cândido Portinari.


    Eu quero aproveitar o post pra fazer um apelo. Pelo amor de Deus, vamos investir na educação desse país? Qualquer lugar que você vá que tenha uma aglomeração de pessoas, você percebe claramente como a maioria delas é mal educada e não tem um pingo de respeito. Tem aviso na entrada do prédio de que é proibido tirar fotografia com flash (o que deveria ser óbvio) e adivinha qual a primeira coisa que as pessoas fazem? E as moças gritando a plenos pulmões pra desligarem o flash. Eu não entendo como alguém sai de casa pra ir apreciar uma obra de arte e não tem o menor apreço pelo que tá vendo. O que você tá fazendo ali, então? Sem contar as pessoas que ficam falando e falando durante os vídeos. Fora isso, que sempre me irrita, tinha uma falta tremenda de lugares pra sentar. Na parte dos estudos e esboços passava um filme e a quantidade de assentos era completamente insuficiente, eu estava com a minha avó, pergunta se alguém deu lugar pra ela sentar? Pois é. Logo acabou meu orgulhinho de ser brasileira. =/

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R&J de Shakespeare – Juventude Interrompida

Sesc Belenzinho.


    Hoje fui assistir a uma peça no Sesc Belenzinho, e achei que valia a recomendação.
A começar pelo local. Nunca tinha ido ao Sesc Belenzinho, muito longe de onde moro, e me surpreendi. O lugar é bem grande e parece novo, ou ao menos bem cuidado. Logo na entrada, a primeira coisa que se vê é a piscina, bem grande e bonita.



Do que você tá falando?

    O espetáculo que vi chama-se “R&J de Shakespeare – Juventude Interrompida”. Na minha opinião é um nome bem ruinzinho. Não sei se perceberam, mas “R&J” é de Romeu e Julieta, e, ao menos para mim, não passa uma idéia boa sobre a peça, empobrece bastante, assim como esse juventude interrompida aí, que só me lembra do filme da Angelina Jolie. E confesso que os primeiros minutinhos, logo no começo, também me assustaram um pouco, mas foram só esses primeiro minutinhos. Na realidade o espetáculo é bem legal, não mudam os atores, não muda o cenário, não mudam as roupas. E agora você deve estar pensando que é ruim, sim. Mas não, não é! Porque não precisa de nada disso.

Julieta e Romeu dançando no baile.


Mas eu nem sei do que se trata!

    A história é basicamente a seguinte: quatro estudantes de uma escola católica conservadora fogem do cotidiano chato da vida escolar por meio da leitura (e interpretação) de Romeu e Julieta. Simples assim. Então são quatro atores, homens, encenando Romeu e Julieta. Logo, cada um deles interpreta diversos papéis diferentes no decorrer do “livro”, o que já rende muitas risadas (principalmente se você estava prestando atenção até aqui e se deu conta de que a Julieta teria que ser um deles), e com nada de cenário exceto os móveis e materiais escolares.

Os atores em cena com suas espadas/réguas de madeira.


Eu deveria assistir?

    Os atores são bons e conseguem levar bem a trama, que mistura cenas cômicas e trágicas (só um dos meninos que não me convenceu muito). Portanto, se alguém ler isso a tempo e não tiver nada pra fazer, vá ao Sesc Belenzinho essa sexta, sábado ou domingo e se divirta!

    Para saber os horários, como comprar ingresso, como chegar, e tudo mais, só entrar no site do Sesc.
    Apesar de estar terminando a temporada no Sesc, no final da peça eles informaram que vão continuar se apresentando em algum teatro da Bela Vista, que não consegui guardar o nome. Se estiverem interessados, sigam no facebook que em breve devem ter mais informações.
    E pra quem não tá acreditando em mim ainda, vai o link pro guia da Veja SP, quatro de cinco estrelinhas!